quinta-feira, 3 de julho de 2008

[Em DVD] O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN

-> Informações Gerais:

Título Original:
Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 122 min.
Classificação Etária: 14 anos
Lançamento (BR): 06 de Fevereiro de 2002
Site Oficial: http://www.amelie-themovie.com/
Direção: Jean-Pierre Jeunet
Roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
Elenco: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus, Yolande Moreau, Artus de Penguern, Urbain Cancelier, Maurice Bénichou e Dominique Pinon
Sinopse: Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 8,8

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Vou começar com uma confissão. Sempre tive medo de alugar "O Fabuloso Destino de Amelie Poulain". Por que? Olhe para o título. Parece ser um daqueles filmes que irão gastar três horas da sua vida e causará efeito nenhum depois. Li várias críticas e finalmente criei coragem para trazer o filme para casa.
E gostei. E como! Um filme simples, com uma condução um tanto quanto engraçada - a maneira como é apresentado cada um dos persongens principais e no que cada situação pode se estender é no mínimo bizarra. São analogias bem profundas e que muitos espectadores se surpreenderão por terem jeitos muito semelhantes com os seus.
O roteiro, recheado dessas inteligentíssimas tiradas, foi muito bem elaborado e não é por menos que concorreu ao Oscar em 2001. A história se conduz de uma maneira tão... indiscutível, que encantará a maioria. Se você gosta de filmes que levantam sua moral e que te dão aquela vontade de mudar o mundo... Amelie Poulain fará bem o seu estilo.
Os recursos mais técnicos também tiveram um papel fundamental - que dão ainda mais vida ao filme. A fotografia e a trilha-sonora elevaram bem a "estima" da produção e as quase duas horas são praticamente imperceptíveis.
Por fim, o elenco mostra o que a França tem de melhor: Audrey Tautou (Que mais tarde fez o polêmico 'Código da Vinci') encarnou de uma maneira inesquecível a personagem-título, Yolande Moreau e Maurice Bénichou tiveram uma presença boa no filme.
Simplesmente, fabuloso.
Nota: 8,9

- Por Mateus Pereira:
Particularmente, demorei alguns dias para fazer essa crítica por estar com uma dúvida por não saber se eu deveria elogiar ou literalmente criticar "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain", ou seja, dentro de mim a história conseguiu deixar uma marca, mas não sei se é uma marca boa ou ruim, enfim, é estranho, eu sei. Sendo assim, descobri que essa obra realmente me agradou e após assisti-la me deu uma indescritível sensação de leveza e uma vontade de ajudar os outros, tipos de sensações que são raras de se sentir com apenas um filme.
O principal e desencadeador fator de tal prestígio sentimental é sem dúvida alguma o roteiro que é extremamente diferente das histórias Hollywoodianas que estamos acostumados a ver, por se tratar de expressar de forma sensível a mente de uma moça que não se vê todo dia, com uma bondade infinita retratada de forma abstrata e única. A história é incrivelmente simples e complexa ao mesmo tempo, afinal, em se tratando de sensações humanas, pode ser algo fácil e/ou difícil de demonstrar cinematograficamente. Enfim, não há como explicar ao certo as sensações que essa história passa ao telespectador de forma singular. E também, a história é continuamente rápida em se tratando de explicar a história e apresentar os personagens, através de um narrador bem incrementado no contexto.
Se o roteiro não fosse motivo suficiente para assistir o filme, certos aspectos técnicos o fariam como, por exemplo: a sensacional fotografia que encanta; assim como a trilha sonora que em alguns momentos se destaca e em outros fica meio comprimida, mas não deixa de ser espetacular e por último a direção de arte que foi feita nos mínimos detalhes possíveis além de dar um toque sensacional no enredo.
Por último, mas não menos importante, o prestígio mundial do filme deve-se também a convincente atuação de todo o elenco, destacando é claro, a personagem-título interpretada por Audrey Tautou que conseguiu trazer algo de novo para a história, interpretando de forma singela entretanto bem trabalhada uma personagem que de fato se expressa muito através de caras e bocas caricatas.
Após esse "desabafo", apesar da história começar com bastante energia e de forma contagiante, sinto em informar que em determinada parte do filme a história trava e continua assim até o final, sem a energia inicial que o roteiro propõe, mas nem tudo é perfeito. Claro que o resultado final não foi adorado por todos por dizerem que a obra é apenas bonitinha (ou nem isso), nada muito além disso e em parte tenho que admitir que concordo.
Mas apenas finalizando, só assistindo ao "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" para entender o que estou falando, mas apesar de ser um filme sensacional, não posso dizer que se tornou um dos meus filmes favoritos, mas aconselho você a se entregar a essa personagem única, porque certamente ela deve conquistar você.
Nota: 8,7

-> Extras:

- Trailer:


[Em DVD] Um Verão Para Toda Vida

UM VERÃO PARA TODA VIDA

-> Informações Gerais:

Título Original:
December Boys
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 105 min.
Classificação Etária: 12 anos
Lançamento (BR): 02 de Novembro de 2007
Site Oficial: http://www.decemberboys.com/
Direção: Rod Hardy
Roteiro: Marc Rosenberg, baseado em livro de Michael Noonan
Elenco: Daniel Radcliffe, Teresa Palmer, Christian Byers, Lee Cormie, James Fraser, Jack Thompson
Sinopse: Maps (Daniel Radcliffe), Sparks (Christian Byers), Misty (Lee Cormie) e Spit (James Fraser), quatro órfãos adolescentes que nasceram todos no mês de dezembro, vão passar o primeiro verão fora do orfanato. Eles partem para uma temporada na praia, onde conhecem um jovem casal que não consegue ter filhos. A esperança dos meninos de serem adotados é reacendida quando o casal demonstra interesse em adotar um deles. Spark, Misty e Spit, os mais novos, vêem finalmente a possibilidade de terem uma família, mas a amizade entre eles é posta em cheque quando começam a competir para serem o escolhido. Enquanto isso, Maps se interessa pela bela Lucy (Teresa Palmer).
-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 5,6

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Mais um daqueles filmes que foram esperados por causa de um ator importante e no fim é um verdadeiro fiasco. "Um Verão Para Toda a Vida" é aquele tipo de fita que traz nenhuma grande mudança à sua vida: você irá assistir e quando acabar não vai sentir nada em especial.
Quem sabe a raiva atingirá alguns, porque a trama é um tanto quanto parada e que pecou por não ter uma história tão envolvente e que poderia ter sido explorada de outra maneira ou com outros artifícios ainda mais interessantes.
E o elenco também não é grande coisa. Daniel Radcliffe, que foi o grande chamariz por estar se desprendendo da saga Harry Potter, teve um papel importante mas a atenção foi ofuscada pela presença do pequeno Lee Cormie. Mesmo assim, ninguém convenceu.
É capaz que esse filmeco estilo Sessão da Tarde emocione alguns, mas insisto que você alugue outro filme quando for à locadora. Se a curiosidade para ver Radcliffe te atingir, se contente com cenas no You Tube (Eu avisei!).
Nota: 4,5

- Por Mateus Pereira:
Com um baixo custo de US$ 4 milhões, "Um Verão Para Toda Vida" foi uma chance para Daniel Radcliffe de se libertar de seu extremamente conhecido personagem Harry Potter com o fim da série nos cinemas cada vez mais próximo, mas é claro que ele sempre será conhecido como o Harry Potter para o resto de sua vida onde quer que ele esteja. Se não fosse por Daniel, "Um Verão Para Toda Vida" passaria praticamente despercebido, seja por seu roteiro regular ou por seus atores desconhecidos.
Para mim, o único problema do filme foi o roteiro, que adaptado de um livro, perdeu o ritmo da história com o passar do tempo, afinal, a história até que é boa e tem uma mensagem bonita sobre amizade e família, mas o que faltou foi realmente o ritmo, que acabou deixando um pouco cansativo, também devido a alguns diálogos improdutivos e chatos. Mas seja como for, a história trata de temas bons, como o desespero por uma família, decepções amorosas na adolescência e a amizade.
Já o elenco, pra mim quem mais se destacou foi o narrador e personagem quase-principal Lee Cormie que conseguiu passar alguma emoção para o telespectador com o desespero de seu personagem para ter uma família. E Daniel Radcliffe acabou se destacando não por sua atuação (que por sinal foi bem sem sal, por causa de seu personagem), mas sim por ser mundialmente conhecido.
Mas o melhor de tudo foi a trilha sonora que foi extremamente bem selecionada, se relacionando bem com a época em que a história se passa.
No fim das contas, a história até que foi bem adaptada visualmente, mas acaba empacando e ficando naquele "vai ou não vai", sendo assim, acaba se tornando um drama "água com açúcar" que deve emocionar algumas pessoas e entediar outras.
Nota: 6,7

-> Extras:

- Trailer:



quarta-feira, 2 de julho de 2008

[Em DVD] Eu e as Mulheres

EU E AS MULHERES

-> Informações Gerais:

Título Original:
In the Land of Women
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 97 min.
Classificação Etária: 10 anos
Lançamento (BR): 30 de Novembro de 2007
Site Oficial: http://www.myspace.com/itlow
Direção: Jon Kasdan
Roteiro: Jon Kasdan
Elenco: Meg Ryan, Olympia Dukakis, Adam Brody, Kristen Stewart, Makenzie Vega, Elena Anaya
Sinopse: Após romper seu relacionamento com uma atriz famosa, Carter, um jovem escritor de TV, vai ao subúrbio de Detroit cuidar da saúde de sua avó e de seu coração partido. Com o tempo, ele cria uma ligação especial com as mulheres da família vizinha e acaba transformando a vida delas. O que Carter não sabe, é que sua própria vida também mudará.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 6,5 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:


Com um baixo custo de US$ 10 milhões, "Eu e as Mulheres" é uma mistura caseira de romance com drama, o problema é que o resultado final ficou melodramático demais.
Como a grande parte de filmes atuais, a história começa bem, com bastante energia, mas aos poucos vai decaindo e ficando a monotonia, basicamente com esse não é diferente. Claro que o "causador" desse problema é roteiro, que nesse caso parecia que tinha como objetivo principal fazer as pessoas chorarem, ou seja, acabou se tornando um belo de um melodrama, só que do meio para o final do filme, mas até certo ponto a história fluiu legal e depois realmente se perdeu parcialmente. Vejamos, o tema principal da história até que é legal, mas o diretor não soube mostrar isso cinematograficamente falando, afinal, dá uma boa de uma história mostrar como certas pessoas mudam a vida de outras pessoas, mas é necessário saber mostrá-la da forma "correta", mas como isso não ocorreu, a história acabou se tornando em algumas partes chatas com diálogos chatos.
Comparadas ao filme, as atuações foram relativamente boa, especialmente o triângulo principal: Adam Brody (o eterno Seth do seriado The O.C., que ainda tem muito que aprender, mas está se esforçando), Meg Ryan (a veterana atriz acabou se destacando com atuação dramática) e Kristen Stewart (teve uma atuação meio neutra, até por causa de seu papel, mas se esforçou).
E claro, a trilha sonora foi incrivelmente boa e deu um toque especial no melodrama com suas músicas bem selecionadas.
Sendo dramático demais e cansativo, "Eu e as Mulheres" tem um título relativamente chamativo, mas que não expressa da melhor forma o que o filme mostra, sendo assim, só o veja se quiser ver um drama meia-boca e claro, se achar o Adam Brody bonito (haha).

Nota: 6,5

-> Extras:

- Trailer:

[Em DVD] Maldita Sorte

MALDITA SORTE

-> Informações Gerais:

Título Original:
Good Luck Chuck
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 101 min.
Classificação Etária: 18 anos
Lançamento (BR): 22 de Fevereiro de 2008
Site Oficial: http://lionsgate.com/goodluckchuck/
Direção: Mark Helfrich
Roteiro: Josh Stolberg, baseado em estória de Steve Glenn
Elenco: Dane Cook, Jessica Alba, Dan Fogler, Michael Teigen, Chiara Zanni, Michelle Harrison, Chelan Simmons, Jodelle Ferland, Carrie Fleming, Tava Smiley
Sinopse: Por toda a vida, o bem apessoado Chuck (Dane Cook) viu suas namoradas terminarem o relacionamento e ficarem noivas de outros parceiros logo em seguida. Ao encontrar seu par perfeito (Jessica Alba), ele tenta, por meio de maneiras bem exóticas, acabar com a maldição que assombra sua vida amorosa.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 5,0

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Com uma história um tanto quanto diferenciada, "Maldita Sorte" não merece méritos. O filme inteiro se conduziu com piadas infelizes (Algumas podem fazer você rir sim), mas não vale a pena você gastar seu tempo com ele. A produção se encaixaria perfeitamente na Sessão da Tarde - ou seja, filmes baratos, óbvios e que contem pouco teor inteligente no seu texto.
As atuações foram bem medianas, nem a sensual e atrativa Jessica Alba se salva. Podemos perceber que os atores não tiveram aquele compromisso com o filme. Enfim, filme de 'Sessão da Tarde' puro que irá entreter alguns e decepcionar muitos.
Nota: 5,5

- Por Mateus Pereira:
Certamente os filmes em que Jessica Alba atua são assistidos mais pela sua beleza do que pela sua atuação, afinal, suas atuações tem decaído de nível em decorrência dos trabalhos que tem escolhido fazer, prova disso é que seu mais novo trabalho "O Guru do Amor" que está sendo literalmente massacrado pela crítica e público.
"Maldita Sorte" é uma comédia romântica geneticamente alterada (apesar disso, ainda conta com o "principal" em comédias românticas: os clichês), sem aquele ar de amor, realmente não dá pra sentir aquele amor entre Jessica e Dane, mas será isso falha do roteiro ou dos atores? Provavelmente dos dois. Mas enfim, o filme é meio levado sem um destino muito claro, a base de um roteiro com piadas engraçadinhas e bobinhas ao mesmo tempo, mas a maioria delas infame, contando com cenas picantes e desnecessárias que estragaram um tanto o resultado final.
Voltando as atuações, Jessica Alba fez um papel que poderia ser dispensável em sua carreira, mas esse não foi seu maior personagem-erro. Já Dane Cook que é comediante na vida real, deveria ter permanecido nos palcos fazendo seus shows de piada, pois é bem melhor do que como ator, mas não é algo tão inaceitável assim, afinal, têm piores.
Acho que o único aspecto que se pode elogiar é a trilha sonora, que foi até que bem selecionada e bem incrementada na história, mas só isso.
É notável que a história começa muito bem, mas começa a decair aos poucos, vai perdendo o ritmo, nem as piadas conseguem sustentar o filme, mas no fim das contas quem gosta de uma história besteirol vai acabar gostando de "Maldita Sorte" (ou não; depende da sua sorte).
Nota: 4,5

-> Extras:

- Trailer:



[Em cartaz] Kung Fu Panda

KUNG FU PANDA

-> Informações Gerais:

Título Original:
Kung Fu Panda
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 92 min.
Classificação Etária: Livre
Lançamento (BR): 04 de Julho de 2008
Site Oficial: http://www.kungfupanda.com/
Direção: Mark Osborne e John Stevenson
Roteiro: Jonathan Aibel e Glenn Berger, baseado em estória de Ethan Reiff e Cyrus Voris
Elenco: Jack Black, Jackie Chan, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Ian McShane, Dan Fogler, Angelina Jolie, Dorinda Katz
Sinopse: Po (Jack Black) é um urso panda desajeitado, que trabalha no restaurante de macarrão de sua família. Um dia ele é surpreendido ao saber que foi escolhido para cumprir uma antiga profecia, o que faz com que treine ao lado de seus ídolos no kung fu: os mestres Shifu (Dustin Hoffman), Garça (David Cross), Tigresa (Angelina Jolie), Louva-deus (Seth Rogen), Macaco (Jackie Chan) e Víbora (Lucy Liu). Quando o traiçoeiro leopardo da neve Tai Lung (Ian McShane) retorna, cabe a Po defender o Vale da Paz.
-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 7,2

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Com uma divulgação extensa e estrondosa, "Kung Fu Panda" estreiou na rede de cinemas como uma das animações mais esperadas do ano. Com direito a pequenas aparições nos trailers dos mais diferenciados filmes meses antes de seu lançamento, o panda se tornou uma figura mais do que aguardada por crianças e cinéfilos curiosos.
Infelizmente, não foi tudo aquilo. Sim, a história é criativa com elementos mais do que inovadores, porém percebo que o mercado animação está se tornando o óbvio - que ficou ainda mais claro com "Kung Fu Panda": pega um local totalmente inesperado, acrescenta algumas piadinhas, algumas mensagens mais do que batidas e que transforme o impossível em realidade. Essa é a fórmula desse tipo de filme. Cadê aquela revolução que houve com Shrek por exemplo?
Vamos a voltar a falar de Po. A produção é boa e irá agradar os mais baixinhos sim. Talvez algumas piadas farão você rir, mas nada marcante. A trilha-sonora é boa e completou o clima chinês.
Falando em chinês, essa foi uma ótima referência que a animação aproveitou. Ano de Olimpíada, por que não fazer uma animação com a temática de lá? Nisso a DreamWorks jogou bem. Porém, percebo que o estúdio tem decaído. Desde Por Água Abaixo (2006), não vejo mais produtos tão interessantes. Tivemos Shrek Terceiro e Bee Movie no ano passaram que foram um pouco abaixo das expectativas. E agora mais essa pequena decepção com "Kung Fu Panda". Será uma decadência das animações no cinema?
Ps: Vamos torcer para que em "Madagascar 2", filme que lança em dezembro desse ano, a DreamWorks se redima.
Nota: 6,4

- Por Mateus Pereira:
Dos criadores de "Shrek" e "Madagascar" e exibido no Festival de Cannes, "Kung Fu Panda" tem tudo para agradar todas as idades. Com um elenco de dubladores (Jack Black, Jackie Chan, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Ian McShane e Angelina Jolie) de dar inveja, o filme num todo é pura diversão.
Primeiramente, desde os cenários de encher os olhos até o personagem mais insignificante, tudo foi muito bem feito e certamente deu muito trabalho aos realizadores, que se encarregaram de cada detalhe, atingindo uma quase-perfeição.
Com uma ótima divulgação, o filme decepciona um pouco em relação ao roteiro que apesar de passar uma mensagem bacana de confiança em si mesmo, acaba se tornando um pouco cansativo em certas cenas com diálogos chatos.
Os personagens são muito divertidos e carismáticos, especialmente o personagem principal Po (Jack Black) que é a graça da história, aliás, apesar de não ser um desenho que se consiga realmente dar aquelas risadas, a história é cativante e divertida.
As cenas de ação são bastante originais, com uma pitada de "Matrix" mal-sucedido aqui e ali, mas que eu lembre não há lutas por uma bolachinha em "Matrix", há?! Sendo assim, grande parte da graça do filme está nas cenas de lutas inacreditáveis.
E por último, a trilha sonora foi realmente muito boa e extremamente bem relacionada com toda a história oriental.
Mas uma dica: caso vá assistir "Kung Fu Panda", faça-o sem muito compromisso, se não é possível que acabe se decepcionando um pouco, afinal, o filme é bom, mas...
Nota: 8,0

-> Extras:

- Trailer:



terça-feira, 1 de julho de 2008

[Em cartaz] Jogo de Amor em Las Vegas

JOGO DE AMOR EM LAS VEGAS

-> Informações Gerais:

Título Original:
What Happens in Vegas...
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 99 min.
Classificação Etária: 12 anos
Lançamento (BR): 27 de Junho de 2008
Site Oficial: http://www.jogodeamoremlasvegas.com.br/
Direção: Tom Vaughan
Roteiro: Dana Fox
Elenco: Cameron Diaz, Ashton Kutcher, Queen Latifah, Lake Bell, Krysten Ritter, Zach Galifianakis, Dennis Farina, Rob Corddry, Michelle Krusiec, Cheryl Cosenza, Maddie Corman, Jason Sudeikis, Delia Sheppard, Michael Harkins
Sinopse: Após ser dispensada por seu noivo, Joy McNally (Cameron Diaz) decide chorar as mágoas em Las Vegas. Lá ela conhece Jack Fuller (Ashton Kutcher), que foi demitido por seu próprio pai (Jack Fuller Sr.). Após uma noite de diversão e bebedeira, eles acordam descobrindo que se casaram. Antes de se separarem eles apostam uma moeda em um caça-níquel, ganhando US$ 3 milhões. Só que para ficar com o dinheiro eles precisam provar que são um casal estável, o que os obriga a morar juntos.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 7,1

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:


Não vou negar que o filme é totalmente clichêzado, mas eu gostei. Sabe aquele filme que tem algumas piadas, que mesmo você sabendo como tudo vai acontecer e vai acabar, você acaba rindo? Jogo de Amor em Las Vegas entra para essa lista e me fez rir muito na sala de exibição.
E mais uma vez temos Ashton Kutcher e Cameron Diaz atuando em comédias. A dupla sabe realmente seduzir o público desse tipo de filme e talvez seja por isso que são tão comentados mesmo com produções mais do que ultrapassadas. E confesso que mesmo assim garantem um bom entretenimento.
E pra completar com o time de comediantes... quem mais poderíamos ter? Queen Latifah, é claro! Depois de "Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro", a quase quarentona está lá, em poucas cenas, mas marcando o seu trabalho. Em Loucas por Amor... ela teve mais liberdade e se expressou bem melhor em cena, mas talvez seja pelo papel mesmo.
Apesar do óbvio roteiro, vale a pena conferir sim. Mas leve alguns amigos junto para acabar rindo também.

Nota: 8,1

- Por Mateus Pereira:

Não adianta. Cameron Diaz e Ashton Kutcher são do gênero comédia. Suspense? Não. Drama? Provavelmente não. Guerra? Também não. É, realmente não adianta, vai ver o negócio deles é a comédia mesmo, afinal, eles são carismáticos e conseguem carregar o filme nas costas, mas não é o bastante.
Comédias românticas como sempre nos remetem a clichês do início ao fim, ou seja, culpa do roteiro. Claro que a história tem cenas divertidas e engraçadas, com situações imprevisíveis, mas um filme não pode se sustentar de apenas piadas, é necessária ter uma base para isso, que foi o que faltou em "Jogo de Amor em Las Vegas".
Outro problema que me intriga muito é em relação ao trailer, que assim como aconteceu com "Encantada", o trailer mostrou praticamente todas as cenas engraçadas, mas então o telespectador vai assistir ao filme esperando várias cenas engraçadas e elas se resumem ao que estava no trailer. Então se você não viu o filme ainda, não veja o trailer (caso ainda não tenha visto). Maldito marketing!
Mas além de uma trilha sonora relativamente boa, a atuação do casal principal (Diaz e Kutcher) é convincente e carismática, mas claro que ambos têm muito que aprender, mesmo sendo um pouco limitados a comédias, deveriam tentar expandir suas atuações.
Bom, se você não tem nada pra fazer num sábado à tarde, vale a pena ir ao cinema ver ao filme, especialmente se você não tiver visto o trailer ainda. Mas novamente cuidado, pois é clichê do início ao fim.

Nota: 6,1

-> Extras:

- Trailer:


OS MELHORES DE JUNHO

NOVO QUADRO AQUI NO CINÉFILOS DO CINEMA!

-> Opinião do Mateus.

* MELHORES PÔSTERS DE CINEMA EM JUNHO:

1º LUGAR:
- Antes Que o Diabo Saiba Que Você Está Morto


2º LUGAR:
- Fim dos Tempos:


3º LUGAR:
- Jogo de Amor em Las Vegas



* MELHORES PÔSTERS DE DVD EM JUNHO:

1º LUGAR:
- A Família Savage


2º LUGAR:
- Vestida Para Casar



3º LUGAR:
- Cloverfield


* MELHORES FILMES DO CINEMA EM JUNHO:

1º LUGAR:
- Wall-E


2º LUGAR:
- Fim dos Tempos


3º LUGAR:
- Agente 86



* MELHORES FILMES DE DVD EM JUNHO:

1º LUGAR:

- Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet



2º LUGAR:

- O Orfanato



3º LUGAR:
- Onde os Fracos não Têm Vez


-> Opinião do Júlio.

* MELHORES PÔSTERS DE CINEMA EM JUNHO:

1º LUGAR:
- O Incrível Hulk



















2º LUGAR:
- Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto:



















3º LUGAR:
- Rômulo, Meu Pai




















* MELHORES PÔSTERS DE DVD EM JUNHO:

1º LUGAR:
- O Gângster



















2º LUGAR:
- Onde os Fracos Não Tem Vez



















3º LUGAR:
- Jogos Mortais IV



















*MELHORES FILMES DO CINEMA EM JUNHO:

1º LUGAR:
- O Incrivel Hulk










2º LUGAR:
- Wall-E


3º LUGAR:
- Jogo de Amor em Las Vegas













* MELHORES FILMES DE DVD EM JUNHO:

1º LUGAR:
- Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet


2º LUGAR:
- Onde os Fracos Não Tem Vez


3º LUGAR:
- Juno