sábado, 17 de maio de 2008

[Em cartaz] Speed Racer

SPEED RACER

-> Informações Gerais:

Título Original:
Speed Racer
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 132 min.
Classificação Etária: Livre
Lançamento (BR): 09 de Maio de 2008
Site Oficial: http://www.speedracerofilme.com.br/
Direção: Andy Wachowski e Larry Wachowski
Roteiro: Andy Wachowski e Larry Wachowski, baseado em série de TV criada por Tatsuo Yoshida
Elenco: Christina Ricci, Emile Hirsch, Susan Sarandon, John Goodman, Matthew Fox
Sinopse: Ele nasceu para pilotar, é agressivo, instintivo e destemido. Sua verdadeira competição é com a memória do irmão que ele idolatrava - o lendário Rex Racer - cuja morte nas pistas deixou o legado que Speed tenta preencher.
Quando Speed recusa uma oferta milionária das indústrias Royalton para ser seu piloto, ele não só enfurece o louco dono da companhia como descobre um segredo: algumas das maiores corridas do circuito estão sendo armações. Se Speed não correr para a Royalton, a Royalton assegurará que o Mach 5 nunca mais atravesse uma linha de chegada. O único jeito de Speed salvar o negócio de sua família é se unir ao rival Corredor X e vencer The Crucible, um rali que passa por todo o país e encara a morte - a mesma corrida que levou seu irmão.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 6,5

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Eu adoro efeitos especiais e faço parte da ideologia que eles deixam os filmes ainda mais interessantes. Mas quando eles estão em demasia... ou 99% do filme é assim - incluindo fundos e os mais básicos ângulos, o filme se torna chato, cansativo e irritante.
Speed Racer entrou nessa linhagem. Até o simples fundo de céu em algumas cenas foram feitos em computador o que deixou a produção um tanto quanto nada apetitosa. Em algumas seqüências, percebi até a utilização de autoramas, porém todos esses recursos deixaram tudo meio estranho.
O roteiro também apresentou grandes furos. Uma história enrolada com tiradas um tanto quanto ultrapassadas e atores nada convicentes. Acredito que o excesso de efeitos tenham atrapalhado um pouco a vontade e até mesmo a disposição dos atores em cena.
Antes que achem que eu estou só acabando com Speed Racer, eu recomendo o filme sim: apenas para crianças ATÉ 14 anos. Filmes com carros e com um macaco sendo o mascote da família é o artíficio ideal para esse público. É difícil ignorar um blockbuster, porém faça esse esforço e confira Homem de Ferro - que ganha fácil, fácil por enquanto no prêmio de Blockbuster do ano.
Nota: 5,9

- Por Mateus Pereira:
Corridas de carro não se encaixa, especificamente, no quesito de tema cinematográfico que chama a atenção do público, mas por ser dirigido pelos irmãos Wachowski (Trilogia Matrix), não tem como "Speed Racer" passar despercebido, até por estar sendo considerado um dos blockbusters do ano.
O fato que desencadeia o filme visualmente é de ter sido gravado em tela azul/verde e após isso, ser realmente feito no computador, tudo girando em torno de efeitos especiais e cores, ocasionando algumas cenas, principalmente no começo, um tanto irreais de mais pro meu gosto, mas essa dá pra engolir, o pior ainda está por vir, os efeitos até que são bem feitos, comparado ao resto.
Criteriosamente falando, as atuações foram mal trabalhadas e desenvolvidas ao mínimo possível. Apenas quem realmente se salva é o John Goodman (que já interpretou o memorável Fred Flintstone), que nas cenas de momentos em família foi o que melhor se destacou, disparadamente. Outro que se destacou um pouco foi o Matthew Fox (do seriado Lost) que conseguiu ao menos uma atuação descente. E também, quem marca presença, é Susan Sarandon, que apesar de ter um papel medíocre, acabou fazendo o necessário para não ser julgada mal. A maior decepção foi Emile Hirsch, que atuou normalmente, como se estivesse na vida real, sendo que a história não é nada real, atuou melhor em "Na Natureza Selvagem", sem dúvida alguma.
Agora, o maior problema, pelo menos pra mim, foi incondicionalmente a trama, que além de não conseguir reter a atenção do telespectador, ainda deixa quem o assiste entediado e para ajudar ainda tem mais de 2 horas de duração, então são uma série de fatores que acabam baixando o nível de "Speed Racer" em parte. O roteiro parece ter sido feito às pressas, então foi simplesmente escrita de forma desleixada e descuidada, sabotagem esportiva nem sempre é um bom tema para se fazer um filme, especialmente um blockbuster.
A edição foi criativa e ao mesmo tempo cansativa e cruel, mas isso não fez muita diferença. O que fez um pouco de falta foi uma trilha mais elaborada e pensada com mais calma, talvez isso elevasse um pouco o nível da trama.
Imagino que os produtores e diretores sofreram muita pressão do estúdio e acabou saindo esse resultado completamente mediano.
Inevitavelmente, quem gosta de carros deveria assisti "Speed Racer", as corridas eletrizantes são de tirar o fôlego (apesar de eu ter esperado cenas mais elaboradas), mas creio eu, que muitos acharão o filme entediante ao extremo, então melhor mesmo assistir Matrix mesmo, de novo.
Nota: 7,1

-> Extras:

- Trailer:



[Em cartaz] O Melhor Amigo da Noiva

O MELHOR AMIGO DA NOIVA

-> Informações Gerais:

Título Original:
Made of Honor
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 101 min.
Classificação Etária: 12 anos
Lançamento (BR): 16 de Maio de 2008
Site Oficial: http://www.omelhoramigodanoiva.com.br/
Direção: Paul Weiland
Roteiro: Adam Sztykiel, Deborah Kaplan e Harry Elfont, baseado em estória de Adam Sztykiel
Elenco: Busy Philipps, Michelle Monaghan, Patrick Dempsey, Kevin McKidd, Kelly Carlson, Sydney Pollack, Kathleen Quinlan, Beau Garrett
Sinopse: Tom (Patrick Dempsey) é um homem bem sucedido que sempre que pode se encontra com Hannah (Michelle Monaghan), sua melhor amiga. Quando Hannah viaja a negócios para a Escócia, onde passa 6 semanas, Tom descobre-se apaixonado por ela. Decidido a pedi-la em casamento assim que retorne de viagem, Tom é surpreendido ao saber que ela voltou noiva de um belo e rico escocês. Chamado para ser a "madrinha" do casamento, Tom reluta mas aceita o convite. Seu objetivo agora é impedir que o casamento de Hannah aconteça e tentar conquistá-la de uma vez por todas.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 7,9 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:


Conhecido da série de TV "Grey’s Anatomy", Patrick Dempsey prova que leva jeito para comédias românticas, arrancando suspiros da mulherada.
E em se tratando de comédias românticas, "O Melhor Amigo da Noiva" promete levar uma boa parte de espectadores para o cinema, afinal, tem toda a essência do gênero (incluindo um final previsível, como sempre) que quase todo mundo gosta. Acredito que se alguém quiser ver uma boa comédia, essa é a melhor opção atual que está passando nos cinemas, vale a pena pagar o ingresso, eu acho.
As boas atuações ficam restritas apenas para o casal principal, nada já não esperado. Patrick Dempsey tem um carisma único e acredito que seria desafiador e interessante vê-lo numa história dramática, é um ator que, se dedicando, terá um futuro promissor. E interpretando a noiva, Michelle Monaghan vem conquistando seu espaço fazendo cada vez papéis maiores no cinema atuando juntamente com atores renomados como Angelina Jolie, Tom Cruise, Robert Downey Jr. e Charlize Theron, com um currículo desses, não têm como passar mais despercebida, uma atriz promissora e cativante.
Roteiro é indiscutivelmente divertido, apenas divertido, nada muito promissor, relevante ou novo, simplesmente divertido, especialmente quando o personagem principal viaja para a Escócia, a partir daí é risada e divertimento na mosca. Apenas o final, como disse no começo, decepciona por ser previsível e teórico.
Particularmente, achei a trilha bem atual e deixa a história bem leve e suave.No fim das contas, é um filme que foi bem feito e produzido, apesar de que muitos classifiquem a história como medíocre, mas, num sábado à tarde não há quem resista a ver uma boa história divertida, ainda mais assistindo acompanhado de alguém especial

Nota: 7,9

-> Extras:

- Trailer:

sexta-feira, 16 de maio de 2008

[Em DVD] O Sonho de Cassandra

O SONHO DE CASSANDRA

-> Informações Gerais:

Título Original:
Cassandra's Dream
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 108 min.
Classificação Etária: 14 anos
Lançamento (BR): 30 de Abril de 2008
Site Oficial: http://www.cassandrasdreammovie.com/
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Elenco: Ewan McGregor, Colin Farrell, Hayley Atwell, John Benfield, Jim Carter, Sally Hawkins, Tom Wilkinson
Sinopse: Terry e Ian são dois irmãos que passam por uma situação inusitada ao conhecer a misteriosa atriz Angela Stark. Ian fica perdidamente apaixonado pela bela jovem que acaba de chegar em Londres em busca de riqueza. Como estão passando por problemas financeiros, eles decidem aceitar uma proposta criminosa. Porém, a situação foge de controle quando as coisas não saem como planejado.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 8,2

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Por ter passado rapidamente nas salas de exibição, não tive tempo de conferir a mais nova produção do inteligentíssimo Woody Allen nos cinemas. E por passar por distribuidoras tão simples aqui no Brasil, foi difícil de encontrar seu filme na prateleira da locadora também. Ou seja, se você achar o DVD por lá... não pense duas vezes e alugue!
Mas vamos ao filme. "O Sonho de Cassandra" nos mostra uma história um tanto quanto intrigante. Assim como todos os seus filmes, Allen conduz a narrativa de uma forma lenta porém ele aguarda e quando menos esperamos, nos surpreende com uma reviravolta inesperada e um final inimaginável. Nessa fita, a trama está um pouco mais travada que seus filmes anteriores, mas convence. Woody Allen sabe mexer com o psicológico. Sabe usar aquele ângulo ou aquela fala de uma maneira perfeita. O cara é fera!
Nos aspectos técnicos, Allen não é forte. A trilha, praticamente inexistente, não tem muita participação. As atuações são medianas e apenas repassam o que o texto mostra - todos se saíram medianos sem nenhum grande destaque. Em resumo, o roteiro do cineasta já impressiona. E só isso é um bom motivo para assistir.
Nota: 8,6

- Por Mateus Pereira:
Certamente os filmes de Woody Allen não chegam a ter muita divulgação, pelo menos aqui no Brasil, então "O Sonho de Cassandra" passou meio despercebido, apesar de seu elenco.
Primeiramente, é indiscutivelmente necessário comentar o grande atrativo do filme: Woody Allen. Prestigiado internacionalmente, assim como é criticado muitos, Allen tem um jeito único e inigualável de fazer seus filmes, sabendo lidar com temas do cotidiano como desespero, falta de escolhas, dúvidas e os erros incorrigíveis, todos esses temas são profundamente explorados na maioria de seus trabalhos, pelo menos nos atuais, sua sinceridade irônica é impagável, assim como suas críticas à sociedade são únicas.
Caracterizando o roteiro, especificamente esse, Woody não soube dar um ritmo que pudesse fluir, então certas cenas acabam ficando monótonas, especialmente no começo quando demora pra história literalmente começar a se desenvolver. Já do meio do final, eu não consegui tirar os olhos da tela de jeito nenhum, a história fica tão envolvente e fascinante que você não vê a hora de chegar o final pra descobrir como tudo irá acabar, e acreditem, assim como a maioria dos trabalhos de Woody, o final surpreende, mas nada de muito extraordinário, não é para tanto, então já posso imaginar algo: "Decepções a vista!", como sempre.
Credencialmente, as atuações são pobres, pouco exploradas, mas é reconhecível, pelo menos de minha parte, que o Colin Farrell teve sua "melhor" atuação, não que isso seja grande mérito, mas ele está evoluindo aos poucos. Em se tratando do Ewan McGregor admito que me decepcionei, teve uma atuação mais pobre ainda que Farrell, mas dá pra dar um desconto por seu personagem ser pouco caracterizado. E para fechar o elenco de astros, Tom Wilkinson teve um ótimo desempenho, apesar de seu personagem pouco explorado psicologicamente. No fim das contas, quem também se destacou foi a novata Hayley Atwell, muito carismática e com um rosto cinematográfico.
Trilha sonora impactante que passa despercebida, assim como a edição é crua e caseira demais, não que seja um defeito, mas faz a história perder um pouco da sua essência.
Criteriosamente, não é um filme imperdível, mas é sempre bom dar pelo menos uma conferida nos trabalhos de Woody Allen, apesar desse, especificamente, passar a impressão de ter sido feito simplesmente por fazer.
Nota: 7,8

-> Extras:

- Trailer:

domingo, 11 de maio de 2008

[Em DVD] Tudo Acontece em Elizabethtown

TUDO ACONTECE EM ELIZABETHTOWN

-> Informações Gerais:

Título Original:
Elizabethtown
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 123 min.
Classificação Etária: 12 anos
Lançamento (BR): 04 de Novembro de 2005
Site Oficial: http://www.elizabethtown.com/
Direção: Cameron Crowe
Roteiro: Cameron Crowe
Elenco: Orlando Bloom, Kirsten Dunst, Susan Sarandon, Judy Greer, Jessica Biel, Alec Baldwin, Jed Rees, Emily Rutherfurd, Bruce McGill
Sinopse: Após provocar um prejuízo de US$ 972 milhões para a Mercury, a maior empresa de esportes dos Estados Unidos, ao elaborar um tênis que foi um fiasco, Drew Baylor (Orlando Bloom) é demitido pelo magnata Phil DeVoss (Alec Baldwin). Ellen Kishmore (Jessica Biel), sua namorada, acaba com Drew. Ele decide cometer suicídio e estava para executá-lo, quando o celular toca. Drew atende e sabe através da sua irmã, Heather (Judy Greer), que o pai deles, Mitchell (Tom Devitt), morrera de infarto em Elizabethtown, Kentucky, cidade-natal de Drew. Heather diz que ela e a mãe deles, Hollie (Susan Sarandon), precisam do apoio dele e, além disto, teria de ir até Elizabethtown para ajudar a organizar o funeral. No vôo ele conhece Claire Colburn (Kirsten Dunst), uma aeromoça que lhe dá alguma esperança no futuro. Porém este futuro pode ser incerto, pois as pessoas que crêem nele são os moradores de sua cidade, que o julgam um vencedor. Mas logo será publicado que Drew cometeu um dos maiores fiascos comerciais do país. -> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 5,7

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Um filme parado, sem emoção, com um roteiro enrolado. Me desculpem fãs de comédia romântica e de casais que no fim se encontram para o esperado beijo, mas eu odiei esse filme. Eu fui ao cinema conferir essa produção e não gostei mesmo.
O filme começou bem, porém de acordo com as cenas... a empolgação vai embora e se torna um filme chatíssimo. Sério mesmo. O roteiro tem sérios problemas, com falas desnecessárias e pouca emoção na história em si.
A trilha é boa até, mas isso não consegue salvar o filme. Orlando Bloom e Kirsten Durst até tem uma química, mas acho que faltou algo a mais para dar aquele impulso legal na história. Tudo acontece em Elizabethtown mesmo: roteiro e atuações nada convicentes!
Nota: 3,2

- Por Mateus Pereira:

Certamente muitas pessoas já pensaram em suicídio quando se viram com vários problemas e esse é o ponto de partida de "Tudo Acontece em Elizabethtown".
O roteiro, perceptivelmente, foi até que bem escrito, até por possuir uma criteriosa lição de vida, que muitas pessoas precisam para suas vidas: seguir em frente e não desistir, problemas todos tem, o segredo é como você lida com eles!
Só pela mensagem final, já vale a pena assistir o filme. Entretanto faltou um pouco de foco no roteiro, talvez se algumas cenas desnecessárias fossem tiradas da versão final, o desenvolvimento da história seria melhor. Tirando isso, cenas engraçadas e divertidas, assim como diálogos inteligentes não faltam em nenhum momento.
Caracterizando os atores, quem melhor se empenhou foi indiscutivelmente a Kirsten Dunst, que conseguiu desenvolver uma personagem bem legal, fazendo com que as pessoas gostassem quando ela estava em cena. Apenas me decepcionei um pouco com o Orlando Bloom, que estava muito preso em cena, não estava se sentindo confiante e confortável e certamente não era uma característica do seu personagem em alguns momentos, foi algo negativo que ele prosperou para o filme, infelizmente.
Já os coadjuvantes conseguiram grande êxito, principalmente a Susan Sarandon, que conseguiu passar emoção para o telespectador e para fechar, Alec Baldwin e Jessica Biel completam esse elenco de atores e atrizes com grande potencial, mas alguns só precisam usá-lo melhor.
Outro fator que fez o filme fluir de forma positiva, foi a trilha sonora, que estava simplesmente perfeita e selecionada a dedo. Um grande fator, sem o qual, faria uma diferença enorme.
E para completar, a fotografia, especialmente no começo e fim do filme, foi seletivamente muito bem utilizada e parece que deixou a história mais alegre em si.
Sem dúvida alguma, todos deveriam ver o filme, claro que alguns certamente não iriam gostar por não captarem a mensagem final, mas vale a pena tentar. E outro aspecto importante, é que o começo da história é chata mesmo, mas aos poucos, tudo vai fluindo de maneira espetacular e quando chega o final da história, você se sentirá com uma leveza interior indescritível.

Nota: 8,2

-> Extras:

- Trailer:


sábado, 10 de maio de 2008

[Em DVD] Feitiço do Tempo

FEITIÇO DO TEMPO

-> Informações Gerais:

Título Original:
Groundhog Day
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 101 min.
Classificação Etária: Livre
Lançamento (USA): 12 de Fevereiro de 1993
Direção: Harold Ramis
Roteiro: Danny Rubin e Harold Ramis, baseado em estória de Danny Rubin
Elenco: Bill Murray, Andie MacDowell, Chris Elliott, Stephen Tobolowsky, Brian Doyle-Murray, Marita Geraghty, Angela Paton
Sinopse: Um repórter de televisão (Bill Murray) que faz previsões de metereologia vai à uma pequena cidade para fazer uma matéria especial sobre o inverno. Querendo ir embora o mais rapidamente possível, ele inexplicavelmente fica preso no tempo, sendo condenado a repetir sempre os eventos daquele dia.
-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 8,3

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:


Já se imaginou preso no mesmo dia por um longo tempo numa cidade que você odeia? Pois é, isso acontece com o personagem de Bill Murray.
"Feitiço do Tempo" é um bem leve e suave, entretanto com uma forte mensagem final que nos leva a crer que cada pequena boa ação que fazemos durantes os dias de nossas vidas, podem mudar nossas vidas intensamente e até a vida de outras pessoas, sendo assim, é mais fácil encarar os nossos problemas de forma positiva aproveitando para crescermos como seres humanos. Realmente, só por essa mensagem o filme já merece ser assistido por qualquer pessoa.
Claro que essa mensagem foi inserida num ótimo contexto que é o roteiro, que não deixa a peteca cair e torna a história divertida e completamente cativante. A história é bem original e bem bolada, apesar de ter uns erros cronológicos e de adaptação no filme em si, mas mesmo assim a história é realmente brilhante. Se bem que para muitos, a história pode ser bobinha e irrealista, mas se for parar pra pensar, o que vale é a mensagem final.
Em relação às atuações, Bill Murray teve uma de suas melhores atuações até hoje e com certeza merece aplausos, simplesmente se entregou ao personagem de forma admirável, coisa que hoje em dia, já é mais difícil de ver. Já a Andie MacDowell (que atualmente está sumida das telas) teve uma atuação neutra, mas convincente, até por seu personagem ser uma pessoa sem características marcantes, que não foi o caso do papel do Bill que é egocêntrico ao extremo.
Os outros elementos do filme são bons, apenas bons (considerando a época que o filme foi feito): trilha sonora (que deixou o filme mais leve e divertido), edição (em certas cenas deixou a desejar, mas no fim das contas é bem feita) e a direção (que não é nada má, pelo contrário até).
Entre tantos aspectos neutros, o filme vale, principalmente, pela ótima mensagem, pelo roteiro e pela atuação de Bill Murray. Vai que depois desse filme sua vida não muda, só depende de você, apenas você...

Nota: 8,5

-> Extras:

- Trailer:

terça-feira, 6 de maio de 2008

[Em DVD] Pulp Fiction - Tempo de Violência


PULP FICTION

-> Informações Gerais:
Título Original:
Pulp Fiction
Gênero: Policial
Tempo de Duração: 154 min.
Classificação Etária: 16 anos
Lançamento (BR): 1994
Site Oficial: http://www.pulpfiction.com/
Direção: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino, baseado em estória de Roger Avary e Quentin Tarantino
Elenco: John Travolta, Bruce Willis, Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Quentin Tarantino.
Sinopse: Dois assassinos profissionais devem fazer cobrança para um gângster; um deles é forçado a sair com a garota do chefe, temendo passar dos limites; enquanto isso, boxeador se mete em apuros por ganhar luta que deveria perder.
-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 9,2 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Mais um para a minha galeria de filmes assistidos do Tarantino. Sempre quis alugar essa produção, que foi vencedora de um Oscar em 1994 e concorrendo a outras seis estuetas - incluindo a de Melhor Filme. Não é à toa que Quentin Tarantino é um dos nomes mais populares e invejados do mundo Hollywoodiano.
Pulp Fiction é brilhante! O começo do filme é bem badalado e o tempo vai andando... e você quase não sente as duas horas e meia de filme. Além disso, o elenco é nada mais que um show de estrelas: os ótimos Bruce Willis, Samuel L. Jackson e John Travolta, a cobiçada Uma Thurman(Que mais tarde fez uma das interpretações mais marcantes do cinema em Kill Bill) e uma rápida aparição do próprio diretor!
Fora o belo show de atuação, o principal destaque é o roteiro. Os dois volumes de Kill Bill apresentaram belas falas, tudo bem desenvolvido e todas aquelas incomparáveis tiradas que só Tarantino é capaz de fazer. Com Pulp Fiction essa característica única do cineasta se repete.
Mas, o que mais me impressionou de verdade, foi seqüência de cenas que encerraram o filme. A reflexão que Quentin deixa de presente para os espectadores é super importante e, mesmo sendo de 94, é super atual.
Um filme com um grande teor cult que trata de assuntos polêmicos, com um roteiro brilhante e atores mais do que conhecidos. E ainda quer mais?
Nota: 9,2

- Por Mateus Pereira:
Nota: ?

-> Extras:

- Trailer:





-> Indicado a 7 Oscars (1994): Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (John Travolta), Melhor Ator Coadjuvante (Samuel L. Jackson), Melhor Atriz Coadjuvante (Uma Thurman) e Melhor Montagem. Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

[Em DVD] Sete Anos no Tibet

SETE ANOS NO TIBET

-> Informações Gerais:

Título Original:
Seven Years in Tibet
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 134 min.
Classificação Etária: Livre
Lançamento (BR): 15 de Maio de 1998
Site Oficial: http://www.mandalay.com/
Direção: Jean-Jacques Annaud

Roteiro: Becky Johnston, baseado em livro de Heinrich Harrer
Elenco: Brad Pitt, Victor Wong, David Thewlis, B.D. Wong, Mako, Danny Denzongpa.
Sinopse: Heinrich Harrer (Pitt) é um alpinista austríaco arrogante e egoísta que, em 1939, deixa seu país e sua mulher grávida para escalar um dos picos mais altos do Himalaia. Pos serem simpatizantes do nazismo, ele e seu parceiro Peter (Thewlis) acabam presos pelos ingleses, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas eles escapam e decidem retomar sua jornada. Mas no caminho, eles acabam chegando ao Tibet e conseguem ser os únicos estrangeiros a entrar na cidade sagrada de Llasa, onde conhecem um jovem Dalai Lama, que ajuda Heinrich a despertar sua espiritualidade.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 7,9 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:

"Sete Anos no Tibet" revela uma história real que realmente soube lidar com o sentimentalismo, de forma pouco melodramática, entretanto emocionante, certos diretores têm esse dom, outros certamente não.
Brad Pitt me impressionou e me fez olhá-lo de forma mais respeitosa, afinal teve uma atuação muito boa e absolutamente bem pesquisada, visto que seu personagem retrata um alpinista que realmente existiu, mas infelizmente morreu recentemente, e que teve uma grande relação de amizade com Dalai Lama como é mostrada no filme, nesse ponto, houve sinceridade em cada cena. Os atores, no geral, se esforçaram e souberam se relacionar com os aspectos cinematográficos de forma singelamente considerável.
Em relação aos fatos históricos, é exatamente nesse ponto de que define quem gosta ou não do filme pelo fato de ter mais de 2 horas de duração. Quem olhar pelos fatos históricos, pela cultura tibetana e em relação à guerra, é bem provável que aprovará o filme que forma proveitosa. Já quem não fizer isso, certamente terá momentos de tédio que não tem fim. Posso dizer que fiquei num meio termo em relação a esse ponto, quem sabe assistindo de novo as coisas mudariam um pouco, pelo menos.
Os dois pontos mais admiráveis no geral foram a trilha sonora que soube conduzir o filme perfeitamente com sua composição magnificamente bem escolhida e a fotografia que, bem selecionada, soube dar um toque especial, ambos, uma composição difícil de ver em filmes contemporâneos. Apenas uma decepção, foi um pouco da edição, que deixou a desejar.
E por último, o diretor conduziu o filme de uma forma crítica, poderia ser um filme mais simples, em questão de duração, sem perder sua essência do roteiro, que por sinal, exprime uma lição de vida belíssima.
Vale a pena ser assistido por sua história bonita, fotografia, trilha sonora e um pouco pelas atuações.

Nota: 7,9

-> Extras:

- Trailer: