domingo, 29 de junho de 2008

[Em cartaz] Sex and the City - O Filme

SEX AND THE CITY - O FILME

-> Informações Gerais:

Título Original:
Sex and the City
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 148 min.
Classificação Etária: 16 anos
Lançamento (BR): 6 de Junho de 2008
Site Oficial: http://www.sexandthecitymovie.com/
Direção: Michael Patrick King
Roteiro: Michael Patrick King, baseado em personagens do livro de Candace Bushnell
Elenco: Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Kim Cattrall, Cynthia Nixon, Jason Lewis, David Eigenberg, Chris Noth, Evan Handler, Jennifer Hudson.
Sinopse: Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) é uma escritora de sucesso obcecada por moda, que vive em Nova York. Assim como suas amigas Samantha Jones (Kim Cattrall), Charlotte York (Kristin Davis) e Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), Carrie tenta equilibrar o trabalho com seus relacionamentos.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 6,2 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:


Nunca vi nenhum episódio de "Sex and the City", mas já tinha ouvido falar que era vulgar e quando o filme estreou no cinema nem tive o menor interesse em assistir, quem dirá pagar o ingresso. Até que um dia achei "Sex and the City - O Filme" na internet e resolvi assistir sem a menor pretensão, então, até por já não esperar uma boa história, não me decepcionei muito.
O roteiro em si é um pouco desfocado, sem uma história muito concreta, deixando o filme meio atrapalhado, sem contar no final ultra clichê, afinal, virou regra todas as comédias românticas tem que ter finais felizes. Mas pra mim, o que realmente prejudicou o andamento da história, além dos muitos conflitos, foi realmente a Jennifer Hudson que teve um papel muito bobinho e desnecessário e por incrível que pareça foi no momento em que ela entrou em cena que o filme mudou de rumo: de bom para ruim, ou seja, o filme começa bem e termina mal.
Além disso, a vulgaridade foi algo completamente desnecessário, acho que a série era assim também pelo que ouvi falar, ou seja, só colocavam sexo pra aumentar a audiência.
Tirando a tapada personagem da Jennifer Hudson, a Sarah Jessica Parker (atriz que eu particularmente não gosto muito) mesmo com o maior destaque acabou atuando de forma pouco qualitativa. As que mais se destacaram enfim, foram as que menos receberam destaque: Cytnhia Nixon, Kim Cattral e Kristin Davis (respectivamente em ordem de melhores atuações).
No fim das contas, o que mais chama a atenção são os figurinos estrondosos e engenhosos, chegando uma hora a dar nos nervos, afinal só faltava a Carrie ir comprar um pão com outra flor enorme na roupa!
E por último, edição e trilha sonora se resumem numa palavra: neutros.
Certamente, o filme poderia ter menos tempo de duração e não afetar o resultado final, apesar de eu nem ter percebido os 148 minutos de duração, mas mesmo assim possuindo cenas desnecessárias.
Para mim, se "Sex and the City - O Filme" não tivesse sido realizado, não faria diferença alguma, até por eu nunca ter assistido a série, ou seja, considero a realização desse filme desnecessária. Acredito que a realização do filme seja mais como um presente ou um episódio alongado para os fãs da série, que devem o ter aprovado.
Entre prós e contras, "Sex and the City" chega a ser divertido, só.

Nota: 6,2

-> Extras:

- Trailer:



sexta-feira, 20 de junho de 2008

[Em cartaz] Fim dos Tempos

FIM DOS TEMPOS

-> Informações Gerais:

Título Original:
The Happening
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 90 min.
Classificação Etária: 16 anos
Lançamento (BR): 13 de Junho de 2008
Site Oficial: http://www.fimdostempos-ofilme.com.br/
Direção: M. Night Shyamalan
Roteiro: M. Night Shyamalan
Elenco: Mark Wahlberg, Zooey Deschanel, John Leguizamo, Ashlyn Sanchez, Spencer Breslin, Robert Bailey Jr., Betty Buckley, Jeremy Strong
Sinopse: O filme expõe uma crise ambiental de larga escala que força a humanidade a combater a natureza para sobreviver. A crise é iniciada por uma suposta toxina invisível, que leva a população à loucura e induz ao suicídio. Wahlberg interpreta Elliot Moore, um professor de ciências que tenta proteger os seus filhos da fúria da natureza.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 7,4

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:


Lançado em uma sexta-feira 13 para complementar o clima de terror no ar, "Fim dos Tempos" beira o ridículo. Quem está querendo ir ao cinema ver essa produção pensando que ela se equipara a "O Dia Depois de Amanhã" é bom saber que ele tem muitos elementos e muitas falhas de "O Albergue", série co-produzida por Quentin Tarantino.
Me desculpe fãs de "O Albergue", mas aquele filme é decepcionante. Teve uma divulgação bem forte, mas o resultado é horrível e uma produção de última qualidade. "Fim dos Tempos" repete esses méritos e caiu rapidamente no meu quesito.
Logo no começo do filme, algumas seqüências chegam até a ser engraçadas em vez de passar todo aquele clima tenso. Apesar do péssimo roteiro, os vidrados em terror vão sair felizes com o filme: algumas cenas garantem bons sustos. Podemos perceber que faltou um maior envolvimento da equipe no texto, deixando as atuações um tanto quanto forçadas.
Além do roteiro, percebemos alguns problemas técnicos. Em uma das cenas, é possível ver o microfone surgindo no alto da tela. O sangue também não passa a sensação de realidade. Mesmo com todas essas falhas e desencantos com um filme que tinha tudo pra dar certo, sou capaz de recomendar essa produção sim - mas leve alguns amigos juntos para você poder rir de tudo o que acontece. Aí sim seu dinheiro não será jogado fora.
Nota: 4,8

- Por Mateus Pereira:
Inevitavelmente, M. Night Shyamalan atingiu o topo de um dos melhores diretores atuais, seja por seus roteiros exóticos ou sua direção única. Uma boa parte de cinéfilos e críticos o criticam por seus trabalhos "viajados", outros o elogiam ao máximo. E após o fracassado e seu mais fraco trabalho "A Dama na Água", eis que ele nos apresenta "Fim dos Tempos".
Muitos dos que já o assistiram saíram da sala de cinema decepcionados, fato que tenho percebido "perambulando" pela internet, mas eu não.
Primeiramente, a grande “culpada” para tal magnitude é a crítica que a história exprime que de forma alguma é pretensiosa e certamente nos faz refletir. Acredito que não tenha sido o objetivo principal de Shyamalan fazer uma crítica exposta e óbvia, mas mesmo assim sua crítica sobre a natureza fica clara após momentos de reflexões e ao interligar a fala de uma personagem ("Não toque no que não é seu!") e sendo assim, tudo se resume num grande "dedo do meio" para quem não respeita e desmata a natureza.
Então, é certo que após "Leões e Cordeiros", o novo trabalho de Shyamalan é um dos melhores filmes atuais no quesito crítica. Claro que o roteiro tem algumas falhas, afinal, finais clichês já estão virando algo muito presente no cinema e a qualidade de "Fim dos Tempos" vai diminuindo com o passar do tempo.
Mas certamente, o que ajuda na caracterização da história são as cenas de suspense e mortes que com uma trilha sonora bem composta deixam qualquer um tenso e grudado na cadeira.
Já os atores, tiveram papéis pouco caracterizados, mas suas atuações foram intensas e convincentes, especialmente a do versátil Mark Wahlberg que vem se destacando cada vez mais.
Sem mais delongas, romance, ação, suspense, comédia, drama, aventura e ficção são gêneros que estão muito presentes em "Fim dos Tempos", cada um com sua proporção, mas enfim, quem gosta de uma boa história com crítica, suspense e apocalipse não pode perder essa.

Obs: Alguém viu o Shyamalan atuando? Eu não.

Nota: 8,0

-> Extras:

- Trailer:

sábado, 14 de junho de 2008

[Em cartaz] As Crônicas de Nárnia: Principe Caspian

AS CRÔNICAS DE NÁRNIA - PRINCIPE CASPIAN

-> Informações Gerais:

Título Original:
The Chronicles of Narnia: Prince Caspian
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 140 min.
Classificação Etária: 10 anos
Lançamento (BR): 30 de Maio de 2008
Site Oficial: http://www.disney.go.com/disneypictures/narnia/
Direção: Andrew Adamson
Roteiro: Andrew Adamson,Stephen McFeely,Christopher Markus
Elenco: Georgie Henley, Skandar Keynes, William Moseley, Anna Popplewell, Ben Barnes, Peter Dinklage, Pierfrancesco Favino e Sergio Castellitto, com Liam Neeson como a voz de Aslam
Sinopse: Um ano depois dos acontecimentos de "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa", os reis e rainhas de Nárnia se vêem de volta ao longínquo e maravilhoso reino e descobrem que mais de 1.300 anos narnianos se passaram. Durante sua ausência, a Era de Ouro de Nárnia foi extinta, Nárnia foi conquistada pelos Telmarines e agora está sob o domínio do maligno rei Miraz, que governa impiedoso a terra. As quatro crianças logo encontram um novo e intrigante personagem: o herdeiro legítimo do trono de Nárnia, o jovem Príncipe Caspian, que foi forçado a ficar escondido enquanto seu tio Miraz planeja matá-lo para dar o trono a seu filho recém-nascido. Com a ajuda de um gentil duende, de um corajoso rato falante chamado Reepicheep, de um texugo chamado Trufflehunter e do Duende Negro, Nikabrik, os narnianos, liderados pelos poderosos cavaleiros Peter e Caspian, embarcam em uma fantástica jornada para encontrar Aslan, retirar Nárnia do domínio tirânico de Miraz e restaurar a magia e a glória da terra.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 7,4

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:


Foram anos de espera para voltarmos a Nárnia. E vou ser bem direto: A segunda aventura cinematográfica adaptada dos contos de C.S. Lewis é bem inferior em relação ao primeiro filme. Bem mesmo. Parece que essa espera não valeu a pena ou foi total perda de tempo, mas vamos analisar o filme como um todo.
Antes que você desista de ler minha crítica, existem alguns artifícios de Nárnia 2 que valem ser conferidos sim. Quanto aos efeitos especiais, isso é inegável que eles estão bem melhores e bem mais presentes em relação ao primeiro capítulo. Eles irão agradar gregos e troianos. Além dos recursos gráficos, os valores família e "união faz a força" estão mais uma vez presentes e é outro bom motivo para ver o filme.
Porém, veio o que me deixou mais decepcionado com Nárnia: O roteiro. O filme acontece, acontece, acontece e quando você vê... não sabe direito onde que ele vai parar. São muitas cenas soltas que fazem o espectador ficar perdidos algumas horas. Depois do roteiro, podemos perceber que a direção de arte é muito parecida com outras produções: Senhor dos Anéis, Harry Potter, Labirinto do Fauno e outros. Isso deixou o filme um tanto com cara de "É cópia?". Mesmo assim, não há como comparar, pois o livro de Lewis foi publicado bem antes e é preciso verificar se esses elementos estão presentes na obra.
Outra decepção foi o elenco. Os protagonistas tem até uma boa relação, mas a pequena Georgie Henley chega a ser irritante algumas horas. O personagem dela tem poucas falas e ainda parece que vai chorar todas as vezes que vai abrir a boca.
O jeito vai ser aguardar por Harry Potter e o Enigma do Principe, que chega em novembro, para ver se a safra de filmes magia está totalmente perdida.

Nota:
6,7

- Por Mateus Pereira:

E voltamos para Nárnia, não exatamente da forma que gostaríamos, mas...
Entre "O Leão, o Guarda-Roupa e a Feiticeira" e "Príncipe Caspian” há diferenças, semelhanças, melhoras e pioras.
É certo que o segundo filme teve efeitos especiais muito melhores e convincentes que o primeiro, isso é algo muito notável, seja pela qualidade ou quantidade.
Outra melhora, foram certamente as cenas de ação que além de estarem mais presentes, estão bem mais reais e convincentes, deixando o espectador vidrado na tela do cinema, ou seja, quem gosta do gênero ação certamente deve aprovar a segunda parte da história de C. S. Lewis.
E a terceira e última melhora foi a trilha sonora que foi imensamente melhor que a do primeiro filme, não que a do primeiro seja ruim, mas a do segundo realmente conseguiu deixar as cenas mais emocionantes, podendo ser definida por: perfeita.
Já as pioras, a maior e mais presente é o roteiro, não sei se o erro foi já do C. S. Lewis ou de quem adaptou a história, mas eu fiquei esperando a história em si chegar e acabou o filme e ela não chegou, o que realmente faltou foi focar o que para eles seria mais importante na história: o Príncipe Caspian (que não conseguiu me cativar e nem me fazer olhá-lo como um herói). Sendo assim, no final das contas a história se tornou chata e cansativa, talvez também pelas cenas desnecessárias. Além do mais, faltaram algumas explicações na história, não ficou muito claro alguns detalhes, talvez pela história ainda não ter acabado, mas eles poderiam ter trabalhado melhor o roteiro.
Outro aspecto que o filme peca em relação ao primeiro são as não-evoluções dos atores, que continuam com suas atuações mal trabalhadas, especialmente Georgie Henley e também faltou entrosamento, não deu pra sentir os laços de familiaridade entre os irmãos Pevensie.
Sendo assim, em relação a história eu prefiro "O Leão, o Guarda-Roupa e a Feiticeira" e em relação a efeitos especiais e lutas eu prefiro "Príncipe Caspian".
Por fim, pode-se dizer que vale a pena ver a segunda parte da história e aguardar para saber se voltaremos para Nárnia numa terceira parte, o que parece já estar praticamente certo, então, espero que eles acertem tudo dessa vez.

Nota: 8,1

-> Extras:

- Trailer:


sábado, 31 de maio de 2008

[Em DVD] Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL

-> Informações Gerais:

Título Original:
Indiana Jones and The Kingdom of the Crystal Skull
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 122 min.
Classificação Etária: 12 anos
Lançamento (BR): 22 de Maio de 2008
Site Oficial: http://www.indianajones.com/
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: David Koepp, baseado em estória de George Lucas e Jeff Nathanson e nos personagens criados por George Lucas e Philip Kaufman
Elenco: Shia LaBeouf, Harrison Ford, Cate Blanchett, John Hurt, Ray Winstone, Karen Allen e Jim Broadbent
Sinopse: 1957. Indiana Jones (Harrison Ford) e seu ajudante Mac (Ray Winstone) escapam por pouco de um encontro com agentes soviéticos, em um campo de pouso remoto. Agora Indiana está de volta à sua casa na Universidade Marshall, mas seu amigo e reitor da escola, Dean Stanforth (Jim Broadbent), explica que suas ações recentes o tornaram alvo de suspeita e que o governo está pressionando para que o demita. Ao deixar a cidade Indiana conhece o rebelde jovem Mutt Williams (Shia LaBeouf), que tem uma proposta: caso o ajude em uma missão Indiana pode deparar-se com a caveira de cristal de Akator. Agentes soviéticos também estão em busca do artefato, entre eles a fria e bela Irina Spalko (Cate Blanchett), cujo esquadrão de elite está cruzando o globo atrás da Caveira de Cristal.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 4,0
-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Resolvi dar nota baixo para "Indiana Jones 4" não pelo fato do filme ser ruim. Sim, ele é ruim porém é mais pelo fato de ter sido um filme aguardado por 20 anos e ter sido uma verdadeira decepção.
Esperado por gerações de cinéfilos, a produção tem um roteiro apagado e sem grandes emoções. Os efeitos até convencem, mas a mistura de três locações (Amazônia, Foz do Iguaçu e México) ficaram estranhas, como se fosse um do lado do outro. Isso me irritou um pouco.
Além disso, o esperado retorno de Harrison Ford não foi tudo aquilo. Sua atuação foi bem mediana. Os outros atores também não fazem grande coisa. A única coisa que se salva em quase duas horas de filme é a trilha-sonora, uma composição única e bem trabalhada por John Williams, que sempre faz ótimas faixas.
Enfim, Spielbierg e Ford não conveceram nem um pouco em torno de uma lenda da história do cinema. Infelizmente, deve ser o pior blockbuster do ano.
Nota: 3,0

- Por Mateus Pereira:
Após quase 20 anos de espera, Indiana Jones está de volta, mas essa espera não valeu completamente a pena.
O "carro-chefe" da decepção foi indiscutivelmente o roteiro, que decepciona principalmente no final quando aparecem os ETs e a nave extraterrestre e isso acabou estragando o filme todo em parte, uma grande parte, na verdade. É quase inacreditável saber que a demora pra escrever o roteiro definitivo foi longa e acabou ficando uma história um tanto chata e forçada. Claro que roteiro não é um total desastre, possui diálogos inteligentes e divertidos e a cena inicial é surpreendente, mas se dependesse exclusivamente do roteiro, não valeria a pena comprar nem o ingresso.
Atuações razoáveis, destacando a sempre impecável Cate Blanchett que com seu ótimo trabalho com o sotaque conseguiu levar sua personagem durante o desenvolvimento da história de forma admirável. Outro ator merecer de destaque John Hurt, que conduziu seu personagem de forma simples e divertida. Os outros atores (Shia LaBeouf, Ray Winstone e Jim Broadbent) tiveram atuações neutras, até o próprio Harrison Ford, mas é aceitável até certo ponto.
Outro problema é a falta de foco na história, fica naquele "vai ou não vai?" que já está virando algo muito presente no cinema atual, talvez se tirassem algumas cenas desnecessárias e cansativas a edição final ficaria muito melhor e consequentemente a história teria mais foco.
Trilha sonora ficou relativamente boa, apenas faltou maior destaque, acabou ficando meio apagada, mas a composição em si de John Williams ficou ótima.
As cenas de ação são bem coreografadas, mas muito forçadas, Indiana não se machuca nem uma vez, nem mesmo quando aquela "cidade" é explodida e ele se esconde numa geladeira e sai completamente ileso, ou seja, a maquiagem é um desastre. Outra cena forçada é quando o filho do Indiana dá uma de Tarzan com os macacos que depois atacam os vilões. Realmente inacreditável saber que Steven Spielberg deixou o filme chegar a esse ponto.
E por fim, efeitos especiais bonzinhos, mas em algumas cenas acabam se tornando extremamente irreais e forçados.
Entre prós e contas, certamente para alguns vale a pena pagar o ingresso e outros não, o crucial é não ficar com muitas expectativa pois muitos acabarão se decepcionando bastante, até por ter sido considerado um dos filmes mais esperados do ano.
Eu não vi ainda as histórias anteriores de Indiana, mas certamente essa não foi a melhor, indiscutivelmente.
Resumindo tudo em uma palavra: decepcionante.
Nota: 5,0

-> Extras:

- Trailer:



domingo, 25 de maio de 2008

[Em DVD] Cães de Aluguel


CÃES DE ALUGUEL

-> Informações Gerais:

Título Original:
Reservoir Dogs
Gênero: Ação
Tempo de Duração: 99 min.
Classificação Etária: 16 anos
Lançamento (BR): 1992
Site Oficial: -
Direção: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino
Elenco: Harvey Keitel, Tim Roth, Michael Madsen, Chris Penn, Steve Buscemi, Lawrence Tierney, Quentin Tarantino.
Sinopse: Num assalto a uma joalheria, uma gangue com seis homens é surpreendida pela chegada da polícia, levantando a suspeita de que há um traidor entre eles.
-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 8,3 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:
Desculpem fãs de Quentin Tarantino (Mesmo eu sendo um deles), mas eu esperava um pouco mais de Cães de Aluguel. Amei os dois volumes de Kill Bill, adorei Pulp Fiction e estava louco para conferir Cães de Aluguel (E falta Jackie Brown ainda!). Eu até gostei de Cães... mas eu achei que o filme poderia ter sido um pouco mais claro em algumas partes.
Quanto ao roteiro, é inegável que esse é o grande ponto forte de Tarantino. Ele explora muito bem o psicológico, sabe curtir bem cada cena que filma e ainda trata a morte como algo meio comum, aterrorizante e, às vezes, até brinca com isso. Porém, em Cães de Aluguel, acredito que ele poderia ter deixado nós visualizarmos melhor o roubo em si que dá todos os desfechos e que desmembra em mais história. Só isso.
O elenco é outro destaque. Todos os atores se saem realmente bem e dão ainda mais aquele clima de tensão. Michael Madsen, Harvey Keil e Tim Roth fizeram ótimas atuações, dando tempo até mesmo para Quentin surgir em cena.
O filme em si é bom até, mas não é imperdível. Foi um ótimo resultado para essa estréia de Tarantino nas telas e creio que ele evoluiu muito nos filmes que antecedem Cães de Aluguel. Apesar de tudo, é programa obrigatório para qualquer cinéfilo - sem sombra de dúvida.
Nota: 8,3

- Por Mateus Pereira:
-
Nota:

-> Extras:

- Trailer:





domingo, 18 de maio de 2008

[Em DVD] Maria Antonieta

MARIA ANTONIETA

-> Informações Gerais:

Título Original:
Marie Antoinette
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 min.
Classificação Etária: 14 anos
Lançamento (BR): 16 de Março de 2007
Site Oficial: http://www.marieantoinette-movie.com/
Direção: Sofia Coppola
Roteiro: Sofia Coppola
Elenco: Kirsten Dunst, Jason Schwartzman, Rip Torn, Judy Davis, Asia Argento, Marianne Faithfull
Sinopse: A princesa austríaca Maria Antonieta (Kirsten Dunst) é enviada ainda adolescente à França para se casar com o príncipe Luis XVI (Jason Schwartzman), como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versalles ela é envolvida em rígidas regras de etiqueta, ferrenhas disputas familiares e fofocas insuportáveis, mundo em que nunca se sentiu confortável. Praticamente exilada, decide criar um universo à parte dentro daquela corte, no qual pode se divertir e aproveitar sua juventude. Só que, fora das paredes do palácio, a revolução não pode mais esperar para explodir.

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 8,0 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:


Ganhador do Oscar de Melhor Figurino em 2007, "Maria Antonieta" é acima de tudo, uma história que mostra a alma feminina, com suas fraquezas e qualidades acrescentadas a elementos presentes na época como pressão da sociedade, fofoca, mentiras e falsidade, todos esses elementos mostrados com grande convicção, esse foi um dos maiores acertos de todo o projeto.
Sofia Coppola, em um de seus primeiros trabalhos como diretora, pode-se dizer que realmente se saiu bem, soube dirigir a história com clareza e principalmente sensibilidade que é essencial numa trama como essa.
O único e óbvio destaque das atuações é certamente Kirsten Dunst, que interpretando a personagem-título se entregou ao papel de forma simples e convincente e soube conduzir sua personagem de forma perfeita, não dá para imaginar como o filme seria feito sem ela, realmente perfeita no papel.
Agora, pra mim, o único problema foi realmente o roteiro, que decepcionou especificamente nos 30 minutos finais, onde houve muita enrolação e o espectador já começa a pensar que o filme não vai acabar nunca do jeito que a história está sendo mostrada. Mas tirando isso, o começo é excelente com um desenvolvimento caracterizado de forma confiante, mas ao poucos o foco da história vai se perdendo, infelizmente.
Juntamente com Kirsten Dunst, o melhor do projeto foi a trilha sonora, que apesar de mesclar músicas clássicas e músicas atuais, ajudou na condução da história de forma indescritível. Muitos não gostaram da trilha, mas eu certamente acredito que tenham escolhido a trilha com muita cautela e assim obtiveram o excelente resultado que é perceptível de se ver na tela.
Outro elemento crucial na história é o figurino que consegue levar o espectador a época em que a história se passa, juntamente com os ótimos cenários, ambos muito bem escolhidos.
Creio eu, que Sofia Coppola não tinha intenção de mostrar especificamente a vida de Maria Antonieta, tanto que não mostrou sua morte, na guilhotina, ela queria mostrar muito mais do que isso e conseguiu, basta prestar atenção na história dentro de um contexto.

Nota: 8,0

-> Extras:

- Trailer:



sábado, 17 de maio de 2008

[Em DVD] Batman & Robin

BATMAN & ROBIN

-> Informações Gerais:

Título Original:
Batman & Robin
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 130 min.
Classificação Etária: 14 anos
Lançamento (BR): 4 de Julho de 1997
Site Oficial: http://www.batman-robin.com/
Direção: Joel Schumacher
Roteiro: Akiva Goldsman
Elenco: Arnold Scwarzenegger, George Clooney, Chris O'Donnel, Alicia Silverstone, Uma Thurman
Sinopse: A dupla dinâmica enfrenta uma terrível dupla de vilões: o gélido Mr. Freeze (Arnold Schwarzenegger) e a delicada botânica que, ao sofrer um acidente, transforma-se na perigosa e vingativa Hera Venenosa (Uma Thurman). Mas, para poder livrar Gotham City das garras dos vilões, Batman (George Clooney) e Robin (Chris O'Donnell) contam com uma nova companheira, a Batgirl (Alicia Silverstone).

-> NOTA / Cinéfilos do Cinema (MÉDIA): 5,0 (?)

-> Críticas:

- Por Júlio Boll:

-

Nota:

- Por Mateus Pereira:

As histórias cinematográficas do herói Batman sempre retêm uma atenção maior da crítica e para essa quarta parte da história do Batman no cinema isso foi algo ruim, pois a crítica literalmente massacrou-a na época de seu lançamento.
Primeiramente é necessário admitir que há uma diferença gritante entre "Batman & Robin" e o seu sucessor "Batman Begins" em todos os aspectos, desde atuações até trilha sonora.
Joel Schumacher, o diretor, dirigiu de forma extremamente normal, sem nada de muito relevante, a não ser que dá a impressão de que ele criou algo a mais para a série, no caso algo bom, mas tirando isso, teve uma direção praticamente medíocre.
Um dos aspectos que mais chama a atenção é claramente os atores, que obtiveram atuações decepcionantes, com a óbvia exceção de Uma Thurman que consegue passar emoção para o espectador e interpreta muito bem suas vilãs. Quem também consegue se salvar um pouco é Arnold Scwarzenegger que também consegue passar emoção. Tirando eles, o resto do elenco (George Clooney, Chris O'Donnel e Alicia Silverstone) conseguiu estragar seus respectivos personagens com suas atuações despreparadas e inexperientes para esse tipo de trama.
Por falar em trama, o roteiro é completamente neutro, pra mim não foi nem bom nem ruim, apenas neutro, com uma história envolvente, mas mal adaptada para as telas.
Cenas de ação que conseguem até tirar o fôlego de quem as assistem não faltam, entretanto, os efeitos especiais são lastimáveis e mal feitos, mesmo se considerando a época do filme, poderiam ter feito algo muito melhor e assim não estragariam tanto as cenas de ação, mesmo com suas coreografias mecânicas irritantes.
E para finalizar, senti falta de uma trilha sonora mais bem elaborada, afinal, passou despercebida, nem percebi que se quer tinha uma trilha, foi algo que não chamou a minha atenção em nenhum momento.
"Batman & Robin" não é um filme imperdível, até por estar chegando uma nova história do herói, que por sinal, com certeza vai ser melhor que essa, mas vale a pena dar uma conferida para poder tirar suas próprias conclusões "batmanrianas"!

Nota: 5,0

-> Extras:

- Trailer: